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Roger Daltrey fala sobre a provável última turnê do The Who

Vocalista iniciou série de show que passará pela América do Norte e pela Europa


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Roger Daltrey fala sobre a provável última turnê do The WhoVer imagem ampliada
O The Who iniciou nesta semana a perna de 2015 da turnê de aniversário de 50 anos da banda e, dias antes, o vocalista Roger Daltrey conversou com a Rolling Stone EUA para explicar que esse deve ser o começo do fim.

- Eu sei que essa é a última grande turnê que faremos. Temos que ser realistas. Quero que a gente pare no topo do nosso jogo, quando ainda somos bons no que fazemos. A qualidade da música é realmente o que importa -. Disse ele.

Desde que a banda foi reformulada em 1989, os shows deram atenção ao vasto catálogo de hits ou a álbum completos como Tommy e Quadrophenia.

Os próximos concertos também privilegiarão sucessos, mas serão tocadas músicas menos famosas, como “So Sad About Us,“ “I Can See For Miles,“ “Pictures of Lily,“ “Slip Kid“ e “A Quick One, While He`s Away“, que não têm sido apresentadas há anos.

- Temos músicas que se não tocarmos, 85% a 90% do público ficará desapontado. Mas estamos cantando algumas mais obscuras para os fãs hardcore -. Completa.

Aos 71 anos, Daltrey conta como se prepara para o roteiro com Pete Townshend e cia que, só neste ano, contemplará inúmeros destinos dos Estados Unidos e Canadá e também passará por Reino Unido, Irlanda, França, Holanda.

- Mantenho a voz para ter a minha melhor performance. Você tem que torcer para que o corpo aguente. Os show são o lado prazeroso, fazemos os shows de graça. Somos pagos pelas viagens e pelo esforço. Essa é a parte árdua. Estamos longe das nossas famílias, em uma cama diferente a cada noite. Os ossos já não esquecem mais como antes! -.

Outro prazer do vocalista está em contemplar a variedade das plateias do Who hoje em dia. Ele mesmo, aliás, tem se sentido mais jovem.

- É ótimo ver uma plateia que vai de netos a filhos dos nossos fãs originais junto com nossos fãs originais em um show de rock. Quando começamos, eram todos adolescentes ou pessoas no início dos 20 anos. Hoje tem gente de 8 com gente de 80. Tenho orgulho disso. Sempre acreditamos que música poderia unir as pessoas, mas essa demografia em um show não existia 50 anos atrás -. Revela.


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