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Piadas fracas derrubam Neil Patrick como apresentador do Oscar

O apresentador se saiu melhor no número musical de abertura, em parceria com Anna Kendrick e Jack Black, numa homenagem à paixão pelos filmes.


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Piadas fracas derrubam Neil Patrick como apresentador do OscarVer imagem ampliada
O efeito colateral da expectativa exagerada é a frustração em tamanho proporcional. O fraco desempenho de Neil Patrick Harris como host do Oscar foi a única surpresa de uma noite com premiação previsível.

Esperava-se uma performance fantástica, como aconteceu quando ele apresentou outros prêmios importantes, como o Emmy (o Oscar da TV americana) e o Tony (o Oscar da Broadway).

Nem mesmo o momento mais apelativo da noite, quando Neil surgiu no palco só de cueca, numa paródia fraca de uma cena do filme Birdman, mereceu muitos aplausos e risos da plateia.

Justiça seja feita: ele apenas foi vítima da falta de criatividade dos roteiristas responsáveis pela cerimônia. Em quase quatro horas de show, poucas piadas funcionaram.

A primeira foi a que melhor repercutiu: Patrick começou o Oscar dando boas-vindas aos “mais brancos de Hollywood”, para em seguida corrigir “aos mais brilhantes”. Uma ironia com a criticada ausência de negros nas categorias de atores e de direção.

O apresentador se saiu melhor no número musical de abertura, em parceria com Anna Kendrick e Jack Black, numa homenagem à paixão pelos filmes.

Outra boa ideia — a interação do host com um jogo de sombras projetadas no fundo do palco — foi a mesma vista na apresentação de Kate Perry, no Grammy, há duas semanas.

Quem surpreendeu positivamente foi Lady Gaga. Havia certo desdém com a escolha dela para a comemoração aos 50 anos de lançamento do filme Noviça Rebelde.

Pois a cantora triunfou com uma interpretação vibrante de Sound of Music, recebendo elogios rasgados de Julie Andrews, a atriz britânica que viveu a protagonista do clássico, Maria.

Outro número musical que arrebatou a plateia foi Glory, canção premiada com o Oscar, cantada por John Legend e o rapper Common.

Vários atores choraram, como Chris Pine, Jessica Chastain e David Oyelowo, que interpretou Martin Luther King em Selma, filme sobre a luta pelos direitos civis dos negros, para o qual a canção foi composta.

Os prêmios principais — Patricia Arquette (Melhor Atriz Coadjuvante por Boyhood), J. K. Simmons (Melhor Ator Coadjuvante por Whiplash), Eddie Redmayne (Melhor Ator por A Teoria de Tudo), Julianne Moore (Melhor Atriz por Para Sempre Alice), Alejandro G. Iñarritu (Melhor Direção por Birdman) e Birdman como melhor filme — confirmaram as apostas dos críticos de cinema.

O canal TNT começou a exibição do Oscar pontualmente às 22h30. Já na Globo, Maria Beltrão, Lázaro Ramos e Arthur Xexéo surgiram no ar com atraso de 1 hora e 15 minutos.

A emissora preferiu não encurtar os horários do Fantástico e do insosso Big Brother Brasil 15, fazendo com que seus telespectadores perdessem mais de 1/3 da festa, quando já haviam sido entregues seis estatuetas.

Entrosados, os três apresentadores fizeram comentários interessantes sobre filmes e atores. No final da festa, às 2h15 da madrugada desta segunda-feira (23), Lázaro defendeu a produção nacional: “Há muitos filmes brasileiros bons em cartaz”.



O que destoou na Globo foi a cenografia: parecia um cenário dos anos 80 restaurado às pressas, com uma acanhada representação da estatueta dourada.

A maior emissora do país, que detém os direitos exclusivos do Oscar, poderia ter mais cuidado com um evento tão relevante na sua programação, inclusive comercialmente.

Fonte: Terra


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