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Acusado de agredir coronel em SP é preso e PM promete ‘forte resposta a bando’


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ImprimirReportar erroTags:blackprojekt, geraldo, alckmin, presidente, dilma, rousseff, danificados e repudiaram337 palavras5 min. para ler
Acusado de agredir coronel em SP é preso e PM promete ‘forte resposta a bando’Ver imagem ampliada
No dia seguinte à depredação do Parque D. Pedro na região central de São Paulo, 8 dos 92 detidos pela polícia continuavam presos, incluindo o manifestante Paulo Henrique Santiago dos Santos, de 24 anos, acusado de agredir o Coronel da PM Reynaldo Simões Rossy.

Ele foi identificado nas imagens feitas durante a agressão, autuado e enviado ao CDP do Belém. A ação ainda causou revolta na cúpula da PM, que prometeu uma “resposta dura“ aos grupos black blocs.

No meio da confusão da sexta-feira à noite, o coronel Rossi, chefe do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 1 (CPAM1), perdeu a arma, o rádio e foi atingido por uma placa de ferro por manifestantes mascarados.

Ele sofreu fratura na escápula, foi submetido a uma tomografia no Hospital das Clínicas e recebeu alta neste sábado. Em entrevista à tarde, integrantes da Polícia Militar chegaram a chamar os agressores de “bando de criminosos“.

O governador Geraldo Alckmin e a presidente Dilma Rousseff também repudiaram as agressões e os atos de vandalismo.

Inicialmente a manifestação realizada pelo Movimento Passe Livre (MPL) em defesa da gratuidade do transporte público transcorreu pacificamente. Ao chegar na região central, um grupo de black blocs começou o enfrentamento.

Sete suspeitos de vandalismo estão encarcerados no 2.º Distrito Policial, acusados de dano qualificado, formação de quadrilha e explosão de bombas. Outros 3 menores também foram detidos pela polícia e encaminhados para a Fundação Casa.

A invasão do Terminal Dom Pedro II levou à destruição de dez ônibus, bilheterias e 17 caixas eletrônicos. Mangueiras de incêndio foram arrancadas e orelhões, danificados. Houve ainda assaltos a lojas.

O porta-voz do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, major Mauro Lopes, afirmou neste sábado que o coronel Rossi “está se recuperando bem“. “Mas ainda está um pouco abalado“, disse o major, durante entrevista coletiva convocada pela Secretaria da Segurança.

Lopes afirmou também que a cidade foi violentada “por um bando de delinquentes e marginais“. “O Estado vai dar uma resposta muito forte a esse bando de criminosos“, disse.

Fonte: Estadão
Foto: blackprojekt.de

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