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“Sticky Fingers“ dos Stones é relançado

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A nova versão de um dos discos mais aclamado dos Rolling Stones conta versões inéditas e gravações ao vivo

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“Sticky Fingers“ dos Stones é relançadoVer imagem ampliada
Em abril de 1971, um LP chegou às lojas com um zíper na capa. Um zíper de verdade, igual a esses vendidos em armarinhos. Numa situação de emergência, era possível rasgar a capa e usar o zíper no lugar do que quebrou na calça.

A foto mostrava os quadris de um homem vestindo jeans apertado, que deixava o volume do pênis realçado, e a abertura do zíper exibia uma capa interna, com a foto do sujeito de cuecas. Era possível, literalmente, despir a capa.
Para bancar uma coisa dessas --e manter o preço normal de um LP nas lojas-- é preciso ser maluco. Ou fazer parte dos Rolling Stones.
“Sticky Fingers“, o nono álbum de estúdio dos Stones, vendeu um milhão e meio de cópias pelo planeta nos primeiros dois meses. E muito fã se arrependeu de não ter comprado, depois que edições posteriores do disco não trouxeram mais o zíper, por clara contenção de despesas.

Colocando de lado a ideia do zíper, do artista plástico Andy Warhol, “Sticky Fingers“ é o melhor álbum dos Stones (eu acho que é). Quem ainda não o conhece (quem?) pode se converter com a nova e ampliada reedição do álbum que começa a ser vendida em junho (aceito de presente de aniversário). A versão sai em LP e CD duplo.
O primeiro disco traz o álbum original, com dez faixas. O segundo tem versões alternativas de cinco músicas do LP e outras cinco gravadas no show que a banda fez em 14 de março de 1971, na casa londrina Roundhouse.

Há várias razões para se destacar “Sticky Fingers“. É o primeiro disco que a banda lançou por seu próprio selo, com o hoje famosíssimo logo da boca com a língua para fora. Traz a primeira grande contribuição musical do exímio guitarrista Mick Taylor, que substituiu o Stone fundador Brian Jones, morto em 1969. E tem o repertório mais equilibrado que a banda já gravou com seus três modelos básicos: rock, blues e balada.
Um exemplo impecável de cada: “Brown Sugar“, rock rasgado de letra ambígua; “I Got the Blues“; e “Wild Horses“, balada de cortar o coração.
Além disso, o disco trouxe a primeira letra roqueira explícita sobre drogas, “Sister Morphine“. Realmente foi muita coisa nova de uma vez.

Fonte: FolhaPress, Estadão e Jornal Agora
*comentários: Arnaldo Recchia


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