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Crônica: Paul McCartney faz o milagre de sempre e agrada

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Com chuva e um público extasiado pelo desfile de clássicos, Sir Macca fez quase seis horas de show em duas apresentações

 
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ImprimirReportar erroTags:multishow, four, reforçando, ideia, hereditariedade, boa, vestida e camisetas397 palavras5 min. para ler
Crônica: Paul McCartney faz o milagre de sempre e agrada
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Paul McCartney pode ser a solução para a falta de chuva em São Paulo. Nas duas últimas visitas para tocar na cidade, ele trouxe tempestade. Em 2010, soltou frase inesquecível sobre o tema: “Tudo bem in the rain?”. Nesta terça-feira (25), de novo debaixo d’água, seguiu o roteiro esperado da turnê “Out there”: 39 músicas em 2h40, intercaladas com brincadeiras na língua local. Uma gracinha especial aos paulistanos foi o “é nóis” antes de “Yesterday”. Já “I´ve just seen a face” ganhou um “ô, meu”.

A crônica da passagem de Sir Macca em São Paulo é de Fabiano Alcântara, do portal Vírgula. Confira:

Paul McCartney é um santo que faz o mesmo milagre toda noite. Talvez seja a maneira como ele se move, o canto de pássaro preto, a longa e sinuosa estrada, ele sabe por que seus shows lotam e o que a plateia espera e controla essas emoções como um voo por picos e vales.

Em sua volta à São Paulo, após quatro anos, o Sir deixou 45 mil pessoas extasiadas no Allianz Parque, sob uma chuva fina e persistente, no primeiro show da nova arena do Palmeiras, na terça (25). Ontem, quarta-feira, ele repetiu a dose, a casa estava cheia novamente e o jogo já começou ganho.

O primeiro espetáculo é o público. Muitos pais e filhos juntos, reforçando a ideia da hereditariedade da música. Boa parte vestida com camisetas dos Beatles, alguns com tatuagens relacionadas aos Fab Four. Antes mesmo do show começar, muitos olhos pela plateia já estavam embaçados.

O homem entra e simplesmente é ele mesmo. No palco, uma banda versátil, com mais quatro integrantes, troca de instrumento a cada música, mostrando a complexidade dos arranjos e o perfeccionismo de Paul, multi-instrumentista que no show tocou violão de corda de aço, guitarra semi-acústica, guitarra, violão de 12 cordas, ukelele, piano e órgão. Especialmente para quem toca ou gosta de baixo, guitarra e violão, é uma aula.

A banda de Paul não tenta soar como os Beatles, ela é bem mais pesada e tem um som contemporâneo, mas não deixar de ser rock. O beatle, em si, é pura simpatia. Fala português, brinca, agita, retribui declarações como o da turma do gargarejo que gritava: “We love you, yeah yeah yeah”. Tem como não amar?

Para continuar lendo (clique aqui)

Assista o vídeo com imagens do show com transmissão do canal pago Multishow.


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