Atenção!A página impressa é diferente da página exibida na tela do computador.
Feito!
Erro!

Esqueci minha senha
Ouça ao vivo
Logo Google play-50-28Baixar App p/ AndroidLogo apple itunes-50-30Baixar App p/ iOs

Confirmado: Yasser Arafat foi envenenado

Voltar ↖Seguir ↘
 
« Última» Primeira
ImprimirReportar erroTags:forum, encaminhou, mausoléu, enterrado, ramala, cisjordânia, também e ela286 palavras5 min. para ler
Confirmado: Yasser Arafat foi envenenado
Ver imagem ampliada
Cientistas do Centro de Medicina Legal da Universidade de Lausane, na Suíça, descobriram que os restos mortais do líder palestino Yasser Arafat (1929-2004) continham um nível 18-36 vezes maior do que o normal do elemento radioativo polônio.

O anúncio foi feito hoje pelos jornalistas David Poort e Ken Silverstein, da rede Al-Jazira, que obtiveram com exclusividade o relatório de 108 páginas elaborado pelos especialistas da universidade.



Com a cautela característica, os cientistas que realizaram os exames garantem que há mais de 83% de certeza de que Arafat foi envenenado.

Mas Dave Barclay, cientista forense renomado e detetive aposentado do Reino Unido, ouvido pela Al-Jazira, não tem dúvidas do envenenamento: afirmou estar convencido de que houve assassinato.


“Arafat morreu em consequência do envenenamento por polônio. Encontramos a arma que o matou”, afirmou Barclay.

“O nível da substância nas costelas do líder palestino é de 18 a 36 vezes a média normal, dependendo da literatura consultada”, completou. 

Em 27 de novembro de 2012, cientistas suíços, franceses e russos retiraram tecidos do corpo de Arafat, exumado, a pedido da viúva Sura Arafat, do mausoléu onde foi enterrado, em Ramala, na Cisjordânia.

Também foi ela que encaminhou ao jornalista Clayton Swisher, da Al-Jazira, a mala com as peças de roupa que Arafat carregava quando foi levado, já muito doente, da Palestina para o Hospital Militar de Percy, na França.

Swisher entregou esse material, bem como radiografias e relatórios médicos, ao Centro de Medicina Legal da Universidade de Lausane em 3 de fevereiro de 2012.


Alguns meses depois o resultado dos exames confirmava um nível “inexplicável e insuportável de polônio 210” – elemento radioativo potente e mortal – “nos objetos pessoais do sr. Arafat”, como explicaria à época François Bochud, diretor do Centro.


Fonte: Brasildefato.com.br
Foto: World Economic Forum

Compartilhar página nas rede sociais:
CompartilharCompartilharTweetarCompartilharPin it

Texto curta nosso site.PNG

Patrocinadores

UnoChapecóUnimed ChapecóSchumannConstrutora CatarinenseInstituto do Corretor ChapecoNostra Casa