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Brigões em estádios gaúchos podem ter de usar tornozeleira eletrônica

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ImprimirReportar erroTags:reprodução, estádio, superintendência, serviços, penitenciários, boa, permite e acusado463 palavras7 min. para ler
Brigões em estádios gaúchos podem ter de usar tornozeleira eletrônica
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Ou se apresenta em um posto policial ou usa a tornozeleira eletrônica.
Em Porto Alegre, o torcedor suspenso dos estádios tem de escolher entre uma das alternativas. Será assim mais uma vez nesta quarta-feira, no confronto decisivo entre Grêmio e Corinthians, às 21h50 (de Brasília), na Arena, valendo vaga nas semifinais da Copa do Brasil. 
No primeiro jogo, os times ficaram no empate em 0 a 0 no Pacaembu.
O raio de 5km no entorno do palco é o máximo que os torcedores que aderiram à novidade apresentada pelo futebol gaúcho na semana passada poderão chegar da partida.
Ao todo, três se encontram nessa condição no momento. Nenhum deles, contudo, fez a opção pela tornozeleira até aqui. 
Preferem se dirigir a uma delegacia para cumprir até março de 2014 a pena pela participação no tumulto registrado no encontro do Grêmio com o Atlético-MG, em 15 de setembro.
“Eles sugeriram um suposto incômodo com a situação. São três universitários, vêm de um nível social mais elevado, condição bem tranquila. 
Ficaram constrangidos de serem vistos de uma forma diferente“, afirma o juiz Marco Aurélio Martins Xavier, responsável pelo posto do Juizado Especial Criminal (Jecrim) dentro dos estádios, ao ESPN.com.br.
Em caso de concordância com a medida, esses torcedores ficariam privados no momento do jogo apenas de invadir a zona de exclusão ao redor da Arena do Grêmio, sendo liberados para qualquer atividade social ou profissional. 
Uma possível ausência no posto policial pode acarretar em processo criminal, ampliando o tempo de afastamento das partidas ou resultando até mesmo em detenção.
O titular do Jecrim Marco Aurélio Martins Xavier só enxerga benefícios no acordo costurado entre o órgão, o Tribunal de Justiça e o Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários).
“Essa medida é boa porque permite ao próprio acusado ter uma vida normal desde que cumpra o isolamento do estádio. O monitoramento está sendo implantado com a proposta de melhorar o sistema de fiscalização, economizando ainda recursos humanos da nossa parte“, explica.
Desde o meio do ano, as tornozeleiras eletrônicas são utilizadas pelo sistema de segurança pública gaúcho. Elas foram adotadas depois da interdição de diversas casas prisionais e a falta de vagas para infratores em regime aberto no Rio Grande do Sul, mais especificamente em Porto Alegre.
Segundo o juiz da Vara de Execuções Criminais, Sidnei José Brzuska, o índice de fuga é hoje dez vezes menor do que antes.
“O Estado enfrentava um problema grave de falta de controle sobre as vagas existentes nessas casas. Presos andavam armados, se escondiam nelas, então, tiveram de ser interditadas. 
Nesse contexto, agravou o problema de vagas, não havia lugar para colocar essas pessoas, centenas delas ficavam livres. Surgiu a partir disso a ideia de cuidar delas via monitoramento eletrônico. Atualmente são 700 nessa situação“, explica.
Fonte: ESPN Brasil
Foto: Reprodução 

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