Atenção!A página impressa é diferente da página exibida na tela do computador.
Feito!
Erro!

Esqueci minha senha
Ouça ao vivo
Logo Google play-50-28Baixar App p/ AndroidLogo apple itunes-50-30Baixar App p/ iOs

As apostas no cigarro eletrônico

Voltar ↖Seguir ↘
 
« Última» Primeira
ImprimirReportar erroTags:geoff, ignorar, transgressor, então, meados, virou, norma e medida398 palavras6 min. para ler
As apostas no cigarro eletrônico
Ver imagem ampliada
Geoff Vuleta, 51 anos, estava no meio da plateia de um show dos Rolling Stones no ano passado quando Keith Richards acendeu um cigarro no palco, dane-se a política do “é proibido fumar“ da arena. Sentindo-se inspirado, Vuleta, antigo fumante, enfiou a mão no bolso e sacou um. 

As pessoas ao redor lançaram olhares gelados enquanto ele inalava. Assim, ele tirou o cigarro da boca e pressionou a ponta brilhante contra a bochecha.

O dele era um cigarro eletrônico, similar que oferece nicotina sem queimar tabaco e produz vapor, não fumaça. Dono de um senso de humor sarcástico, Vuleta claramente curtiu muito contar essa história. 

Vuleta é o diretor de marketing da NJOY, empresa de cigarros eletrônicos de Scottsdale, Arizona, e sua função é recompor como todos, incluindo os não fumantes, veem o hábito de inalar a partir de uma vareta e exalar uma nuvem visível.

Vuleta, que contou sua história no escritório de Craig Weiss, CEO da NJOY, chama esse processo de “renormalização“, para que os fumantes possam sair da geladeira. Nesse aspecto, seu plano é literal: permitir que as pessoas agora exiladas às calçadas voltem aos prédios com cigarros eletrônicos. 

Porém, ele também fala no sentido metafórico. No começo do século passado, fumar era uma alternativa aceitável a homens mascando tabaco; para as mulheres, era ousado e transgressor. Então, em meados do século, fumar virou a norma. À medida que os perigos de tabaco ficaram impossíveis de ignorar, fumar assumiu uma nova identidade: um mal social.

Vuleta e Weiss querem fazer do “vaping“ [algo como “vaporear“], como o cigarro eletrônico é conhecido no setor, algo elegante. Keith Richards pode ainda estar fumando tabaco, mas na visão de Vuleta aquele gesto antigo do guitarrista poderia inspirar o público, em massa, a sacar cigarros eletrônicos. “Quando Keith Richards faz isso, todo mundo também faz.“[/algo como “vaporear“]

As palavras de Vuleta são mais exuberantes do que a linha oficial da empresa, segundo a qual a NJOY não quer todo mundo fumando cigarros eletrônicos, mas apenas converter os 40 milhões de norte-americanos que fumam tabaco. Os consumidores que a NJOY atrai, e como ela os atrai, estão no centro de um novo debate sobre a saúde pública.

Em jogo está o mercado de “vaporear“ que cresceu em alguns anos para perto de US$ 1,7 bilhão em vendas nos Estados Unidos.


Fonte: nyt.syn.com.br
Foto: Joshua Lott/The New York Times

Compartilhar página nas rede sociais:
CompartilharCompartilharTweetarCompartilharPin it

Texto curta nosso site.PNG

Patrocinadores

UnoChapecóUnimed ChapecóSchumannConstrutora CatarinenseInstituto do Corretor ChapecoNostra Casa