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Álbuns solo de John Lennon ganham relançamento em caixa especial

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Esta nova edição do material traz o áudio remasterizado e aqui no blog você tem uma resenha de todos os discos de Lennon

 
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ImprimirReportar erroTags:hqrock, deixa, steel, guitar, edwards, vagamente, olhar e poética2996 palavras45 min. para ler
Álbuns solo de John Lennon ganham relançamento em caixa especial
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Os oito discos lançados por John Lennon após o fim dos Beatles serão relançados no dia 08 de junho em uma caixa especial batizada simplesmente como “Lennon”.

Esta nova edição do material traz o áudio remasterizado e será prensado em vinil de 180 gr. de alta qualidade. Toda a parte gráfica será idêntica aos originais da prensagem da época dos lançamentos dos discos.

A caixa inclui os títulos “John Lennon/Plastic Ono Band”, “Imagine”, “Some Time in New York City”, “Mind Games”, “Walls and Bridges”, “Rock `n` Roll”, “Double Fantasy” e “Milk and Honey”.

Depois do lançamento da caixa, os oito LPs também serão lançados individualmente, no dia 21 de agosto.

A discografia:

PLASTIC ONO BAND, 1970

O primeiro álbum de estúdio com canções de John Lennon foi lançado já vários meses depois do fim dos Beatles e vai num caminho totalmente distinto da antiga banda. Aqui, Lennon opta por um som essencialmente cru, sem nenhum tipo de adorno, muito direto e seco, o que de certo modo, antecipa a sonoridade punk. As letras, para completar, são pesadíssimas, falando de seus problemas pessoais (especialmente os traumas familiares), a dores de ser uma celebridade, os problemas com as drogas, críticas às religiões e uma leitura pessimista do fim dos anos 1960. É uma álbum sensacional, um dos mais importantes da época e uma grande influência para as gerações futuras. O título do álbum é o mesmo da banda “conceitual” que acompanha o compositor, ou seja, um time de músicos que muda a cada ocasião, mas sempre fantásticos. Neste caso, a banda traz apenas Lennon (vocais e guitarra), Klaus Voorman (baixo) e Ringo Starr (bateria), mais participações especiais de Phil Spector e Billy Preston tocando piano, cada um em uma faixa. Spector também é coprodutor do disco, ao lado de Lennon. Todas as canções são fortes, mas destaques para Mother, I found out, Love, Working class hero, Love e God.

IMAGINE, 1971

O álbum de maior sucesso e o mais famoso de Lennon em sua carreira solo foi aquele com a icônica faixa-título Imagine. Dessa vez, Lennon decidiu manter a força do conteúdo do álbum anterior, especialmente nas letras, mas colocá-las sob uma embalagem musical mais elaborada. Assim, reuniu um grande time de músicos para acompanhá-lo naquele que é seu disco mais completo e sensacional. Lennon continua usando o nome Plastic Ono Band para seus músicos e aqui temos: Lennon (vocais, guitarras, gaita e piano), George Harrison (guitarras), Klaus Voorman (baixo), Nick Hopkins (piano) e Alan White (bateria), mais participações especiais da banda Badfinger (violões e percussão), King Curtis (sax), Bobby Keys (sax) e dos bateristas Jim Gordon e Jim Keltner, cada um em uma faixa. Entre os clássicos absolutos do disco estão: Imagine, Jealous guy, Gimme some truth, How do you sleep? e How?. O disco chegou ao primeiro lugar das paradas e foi um grande sucesso. Imagine e Jealous guy também fizeram sucesso como compactos e nas rádios. Novamente, Phil Spector divide os créditos de produção e até canta em dueto em Oh! Yoko.

SOMETIME IN NEW YORK CITY, 1972

Após o álbum anterior, John Lennon se mudou para a cidade de Nova York, nos EUA. E de imediato, se envolveu com a extrema esquerda e uma série de movimentos políticos. Tudo isso é refletido nesse álbum, que tem um direcionamento totalmente político em suas letras. Todo esse engajamento teve um custo, claro, com Lennon passando a ser seguido por agentes do FBI e sofrendo um severo processo judicial de deportação, contra o qual lutou anos na justiça. O clima de paranoia e nervosismo permeia todo o disco. Contudo, isso o afastou das massas, sendo esse o álbum de menor sucesso de Lennon desde 1970. É ainda um disco duplo, com o Disco 2 repleto de apresentações ao vivo, dentre as quais uma união de Lennon com a banda Frank Zappa and the Mothers of Invection e uma apresentação de 1969 na qual a Plastic Ono Band une forças ao Delaney, Bonnie & Friends, reunindo mais de 20 músicos em uma versão furiosa de Cold turkey. No Disco 1, em estúdio, Lennon é acompanhado pela banda Elephants Memory – que teria um álbum próprio produzido pelo próprio ex-beatle. Entre os destaque do álbum, a canção feminista Woman is the nigger of the world, Sunday bloody sunday, Lucky of the irish e Angela.

MIND GAMES, 1973

Os problemas com a justiça e a perseguição do FBI – que muita gente não acreditava que ocorria na época, pensando ser apenas paranoia do músico, mas após sua morte foi admitida pela agência – tornaram a vida do casal Lennon-Ono impossível. Separados, Lennon migrou para Los Angeles e produziu o primeiro álbum sozinho (sem a parceria com Phil Spector). Para isso, usou uma equipe totalmente nova de músicos, selecionados entre os melhores de LA na época: Lennon (vocais, guitarras, teclados), David Spinozza (guitarra), Sneaky Pete Kleinow (pedal steel guitar), Gordon Edwards (baixo), Ken Ascher (teclados), Jim Keltner (bateria), Arthur Jenkins (percussão), Michael Brecker (sax) e coro de Something Different Choir. As letras ainda flertam com a política (Bring on the Lucie) e com a mensagem paz & amor (Mind games), porém, a tônica começa a ser o amor e a dor da separação (I know, I know; Out the blue). O disco não fez tanto sucesso e foi recebido meio friamente na época.

WALL & BRIDGES, 1974

Depois de tentar gravar um disco de covers de rock and roll dos anos 1950 com Phil Spector – que terminou inconcluso em meio a selvagens sessões regadas a drogas e brigas – Lennon voltou-se ao seu próprio material e lançar seu álbum mais forte desde Imagine. Dessa vez, a tônica é toda em torno de seus sentimentos pessoais, a frustração com a justiça, as dores de amor e uma reflexão sobre o passado. Esta última encarnação da Plastic Ono Band (última vez em que o título foi usado) trouxe um time fortíssimo de músicos: Lennon (vocais, guitarras e teclados), Eddie Mottau (violão de apoio), Jesse Ed Davis (guitarra solo), Klaus Voorman (baixo), Nick Hopkins (piano), Ken Ascher (teclados), Bobby Keys (saxofone), Jim Keltner (bateria), Bobby Keys e Ron Aprea (sax), com participações especiais de Elton John (vocais e piano) e Harry Nilsson (vocais) em algumas faixas. Entre as canções, destaque para Going down on love, Whatever gets you thru the night, Bless you, What you got, Old dirt road, Nobody loves and you down and out e # 9 dream. O disco fez um grande sucesso e Whatever gets you thru the night (que traz um dueto entre Lennon e Elton John) chegou ao primeiro lugar das paradas.

ROCK AND ROLL, 1975

Após dois anos, Lennon finalmente consegue realizar seu sonho de gravar um álbum de covers dos anos 1950. Usando apenas duas canções das sessões de Phil Spector, o cantor regravou tudo de novo, usando mais ou menos os músicos do álbum anterior. Curiosamente, Lennon também optou por canções não-óbvias e por arranjos bem diferentes dos originais, o que pode trazer estranhamento aos puristas. Stand by me foi o grande sucesso do disco, que também trouxe faixas como Do you wanna dance?, Sweet little sixteen e Bep-bop-a-lula. Depois do lançamento desse disco, Lennon ganhou o green card (com o fim do processo de deportação), viu seu filho nascer e passou cinco anos afastado do showbizz. Como brinde, o álbum traz uma bela capa, com uma fotografia de Lennon em Hamburgo em 1961.

SHAVED FISH, 1976 (coletânea)

Primeira coletânea da carreira solo de Lennon, lista seus grandes êxitos até o momento e ainda trouxe a canção Imagine de volta ao topo das paradas. A coleção tem 11 faixas e algumas curiosidades: os singles Give peace a chance, Cold turbkey, Instant karma, Happy Xmas e Power to the people são pela primeira vez compilados em um álbum; contudo, Give peace a change aparece em uma edição de apenas 57 segundos (ao contrário dos mais de 4 minutos do mantra original). Esta mesma canção reaparece ao final de Happy Xmas, porém, em sua versão ao vivo do Ono to One Concert, de 1972, também apenas em alguns segundos. Já a faixa Mother aparece em uma versão exclusiva, uma nova edição da original, maior do que a versão-single e menor do que a versão-álbum.

DOUBLE FANTASY, 1980

John Lennon volta com todo o gás para abrir os anos 1980 com um novo álbum muito forte. Dessa vez, contudo, o disco é divido entre faixas dele e de Yoko Ono. A produção coube a Alan Douglas (que produzira Kiss e Aerosmiths) e os músicos são a nova geração dos melhores: Lennon (vocais e guitarra), Earl Slick (guitarra), Hugh McCracken (guitarra), Tony Levin (baixo), George Small (teclados), Andy Newmark (bateria) e Arthur Jenkins (percussão). O casal reflete sobre a meia-idade, os novos tempos, o amor e o futuro. As canções de Lennon são arrebatadoras! Destaque para (Just like) starting over, Watching the wheels, Woman e Beautiful boy. (Just like) Starting over foi o primeiro hit do disco e já estava nas paradas quando Lennon foi assassinado, apenas dois meses depois do lançamento. Com sua morte, uma beatlemania imensa invadiu o mundo e várias canções dele voltaram às paradas, com Woman dentre elas.

THE JOHN LENNON COLLECTION, 1982 (coletânea)

A morte do músico trouxe uma grande demanda por suas gravações e esta coletânea se tornou bastante famosa nos anos 1980, cobrindo toda a carreira solo do músico, embora com apenas 17 faixas. Desta vez, Give peace a change aparece inteira (sendo a primeira vez que a canção ganha sua versão completa em um álbum). As faixas Whatever gets you tru the night e #9 dream aparecem não nas versões-singles (que são mais curtas), mas em suas versões originais dos álbuns. Boa parte do Lado B da coleção em seu formato original era composto por canções de Double Fantasy. Como curiosidade, vale lembrar que a versão dos EUA tinha duas faixas a menos, mas a versão lançada em CD, em 1989, incluiu mais duas faixas no total: Move over Mrs. L e Cold turkey. Por fim, vale mencionar a capa, apesar de simples não deixa de ser poética, com o olhar vagamente triste direcionado à câmera, tão pouco tempo após seu assassinato.

MILK AND HONEY, 1984

Este disco póstumo é a sequência direta do anterior, montado a partir das canções que o casal Lennon-Ono preparava para a sequência. Dessa vez, as canções de Lennon incluem pedardos como Nobody told me, I steeping out, I don’t wanna face it e Borrowed times. Como bônus, o disco traz uma gravação em fita K7 de Grow old with me, que teria sido o último registro gravado de Lennon. Estranhamente, a capa do álbum é quase igual a de Double Fantasy, apenas com cor aplicada. Quanto ao material, infelizmente, o trabalho de pós-produção de Yoko Ono não consegue disfarçar a cara de “não acabado” do disco.

LIVE IN NEW YORK CITY, 1986 (ao vivo)

Este álbum ao vivo traz o show que Lennon realizou no Madison Square Garden em 1972, chamado à época de One to One Concert, realizado em benefício da Unicef na época do lançamento do álbum Sometime in New York City, acompanhado da banda Elephants Memory. É um concerto memorável e o melhor registro ao vivo do compositor em sua carreira solo. Uma pena que Lennon se dedicou pouco aos concertos e turnês. Este disco também foi lançado em vídeo VHS, embora nunca em DVD. Entre as canções: New York City, Imagine, Mother, Well, well, well, Woman is the nigger of the world e até um rápido retorno ao passado com Come together. Vale anotar que Mother ganha aqui talvez sua versão mais forte.

MENLOVE AVE, 1986

Este estranho álbum traz out-takes dos discos Wall and Bridges e Rock and Roll, numa coleção que, à princípio, soa totalmente oportunista. O disco vale mais pela fantástica capa com uma gravura de Andy Warhol. No material sonoro, destaque para Lennon tocando versões mais enxutas e relaxadas de algumas canções, o que rende momentos de grande beleza, como é o caso da versão de Nobady loves you when you down and out. De inéditas mesmo apenas duas faixas: Here you go again (única composição escrita em parceria com o produtor Phil Spector), gravada durante as sessões da primeira (e abortada) versão do Rock and Roll; e Rock and roll people, composição de Lennon (aqui, gravada durante as sessões de Mind games), originalmente lançada pelo bluesman Johnny Winter.

IMAGINE: JOHN LENNON, 1988 (coletânea)

Esta coletânea lançada em álbum duplo é na verdade a trilha sonora do documentário Imagine – John Lennon, dirigido por Andrew Solt, que exibe a biografia do compositor montada a partir de relatos (em áudio e vídeo) dele próprio. Misturando hits dos Beatles cantados e/ou compostos por Lennon (Twist and shout, Help!, In my life, Strawberry fields forever, Revolution, Julia, Don’t let me down) no Lado A; com faixas da carreira solo no Lado B (uma versão compacta de Collection), o grande destaque deste álbum duplo são duas gravações inéditas: um ensaio acústico (voz e piano) de Imagine e a balada Real love (voz e violão), esta tirada de uma gravação demo em fita k7.

LENNON LEGEND: THE VERY BEST OF JOHN LENNON, 1997 (coletânea)

No crepúsculo da Era do CD, a EMI lançou esta boa coletânea de Lennon, bem mais abrangente do que The John Lennon Collection, trazendo as canções mais conhecidas da carreira solo do compositor em 20 faixas e tendo o destaque de trazer faixas de Milk and Honey pela primeira vez neste tipo de lançamento. Esta coleção foi um grande sucesso e chegou ao 3º lugar das paradas da Inglaterra na época do lançamento, retornando às paradas em 2007 outra vez, agora, no 30º lugar (o que é muito para um disco com 10 anos de idade!). Legend também ganhou uma versão em DVD com os clipes. Infelizmente, Yoko Ono mexeu nos vídeos para acrescentar mais imagens dela própria.

THE JOHN LENNON ANTHOLOGY, 1998 (box-set)

Na esteira do Anthology dos Beatles, John Lennon ganha um material do mesmo tipo: uma enorme coleção (4 CDs) de gravações inéditas, com ensaios, demos, out-takes e canções ao vivo. É um material fabuloso que permite conhecer não somente o processo de composição de Lennon (várias canções aparecem em estágios bem iniciais de trabalho), mas principalmente ouvir tentativas diferentes que resultam em versões absolutamente primorosas de algumas canções: Jealous guy, One day (at time), Bring on the lucie e You are here ganham versões mais simples e mais bonitas do que as originais; outras como Mother e God ganham novos takes impressionantes; enquanto algumas versões demos tem uma força devastadora, como I know (I know), Watching the wheels e uma nova (e belíssima!) versão de Real love (desta vez ao piano e mais parecida com a versão que os Beatles usaram no Anthology deles). Também há algumas canções inéditas, como Serve yourself e My life (esta uma versão primordial de (Just like) starting over, com outra letra e tema). Merece elogios a embalagem do lançamento, muito bonita em todos os seus aspectos. O libreto traz as letras das canções de autoria de Lennon (e exclui os covers) e detalhes dos músicos que tocaram em cada sessão. Um lançamento fabuloso para se aprofundar no making of de sua obra.

WONSAPONATIME, 1999 (coletânea)

Este disco é uma coletânea com o melhor do material de The John Lennon Anthology. Vale por cada minuto e vem em uma embalagem belíssima.

ACOUSTIC, 2004 (coletânea)

Esta coletânea foca no material acústico de Lennon, misturando faixas já lançadas em Anthology com algumas outras peças inéditas. Por oportunista que seja, é encantador ouvir o compositor tão exposto quanto nessas gravações, onde se percebe a força de suas composições mesmo nas formas mais simples.

WORKING CLASS HERO: THE DEFINITIVE LENNON, 2005 (coletânea)

Uma outra versão (ampliada) de Lennon Legend, sendo, por isso mesmo, a mais completa coletânea de Lennon que não seja um box-set. Combina todos os grandes hits, com canções menos conhecidas, Lados B e até material ao vivo (Come together do Live in New York City) e dos out-takes e demos de Anthology. São 38 faixas com um resumo completo de sua carreira. Se você quer um playlist não tão extenso de Lennon, mas ainda assim, fundamental, esta é a sua pedida.

GIMME SOME TRUTH, 2010 (coletânea)

Box-set de 4 CDs com o melhor da obra do músico dividido por temas. O disco Working Class Hero traz as canções políticas de Lennon; Woman coleta as canções de amor; Borrowed time aquelas sobre sua época; e Roots traz canções que remetem ao rock and roll dos anos 1950 que serviram de inspiração para sua carreira, sejam covers (a maioria neste caso) e algumas composições originais. Assim como The Definitive… reúne material de todo o catálogo do músico, à exceção da fase com os Beatles. Novamente, uma embalagem primorosa. Agora, precisava ter a Yoko Ono na capa? O disco é do marido dela…

POWER TO THE PEOPLE: THE HITS, 2010 (coletânea)

Para quê parar de explorar o mercado, não é? The Hits… é o resumo de Gimme Some Truth e, também, uma nova versão de Lennon Legend, tentando sintetizar o melhor da obra do músico em um único CD com seus hits principais. O melhor do álbum é sua embalagem, no típico estilo bonito e ousado adotado desde Anthology. Foi lançada uma versão dupla com o CD e um DVD com os clipes das canções.

THE JOHN LENNON SIGNATURE BOX, 2012 (box-set)

Outro box set, agora reunindo todos os oito álbuns oficiais de John Lennon em sua carreira solo (Plastic Ono Band, Imagine, Sometime in New York City, Mind Games, Wall and Bridges, Rock and Roll, Double Fantasy e Milk and Honey), acompanhado de dois CDs extras, um com as faixas lançadas apenas em singles; e outro com home takes, ou seja, gravações caseiras inéditas, trazendo versões despojadas (mas impactantes) de canções como Mother e outras totalmente inéditas como India, India. Todas as faixas foram remasterizadas e o lançamento ocorreu virtualmente, também, via iTunes. É a coleção oficial da discografia de Lennon e está no pacote de streaming do Spotify.

Confira abaixo uma galeria com as capas dos discos.

Fonte: TDM, Whiplash, Rolling Stone e HqRock



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